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segunda-feira, 6 de março de 2017

Virgulas e interrogações

Onde estais que nunca vem
Sinto a ânsia de te encontrar
Minhas mão tremulas a virar para mim e me olhar
Com esse olhar de desprezo
De tão fraco que sou

Te procuro
Todo dia penso em ti
Meu corpo se insiste em me manter vivo
Preso aqui nesta prisão
E você tão linda não vem

Quem me dera um dia tu em sua magnitude se perde-se junto a mim
Assim talvez um de nos entendesse junto ao outro
Com toda essas virgulas e interrogações não escritas
Talvez assim entenda minhas palavras
Que caindo neste papel implorando sua presença

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