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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Amor e ódio

Vens e me diz que a culpa é minha pelos meus erros, dos quais você se apaixonou
Você, que me bate e me chinga, dizendo ainda que nunca me amou
Em seus descuidos e deslises chora e enxuga o rosto molhado de pranto que escore deste olhos vermelhos
E me olha com este olhar de ódio, de quem odeia amar
Em suas crises mais agudas foge para bem distante
Fugindo de mim, ou de quem é
Você me odeia pois sou teu ponto fraco
E ainda me ama, pois ainda é mulher

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