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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Quantas e quantas vezes

Às vezes pergunto-me
Por quantas e quantas vezes, perdido na madrugada
Passava em frente a sua casa
Com a esperança
De quem sabe te encontrar acordada, desesperada
Sentada na rua chorando pelo que fim deu a nossa relação.
Tantas e tantas vezes, mudava meu caminho para ter a desculpa
E passar em frente aquela casa de muro branco e grades verdes
Mais lá eu passava e nem um vestígio seu eu encontrava
Acho até que meu carro já sabia o caminho certo de cassa
Já que não me lembro como chegava ou quando
Perdido nas noites eu vagava... E não mais te encontrei.

2 comentários:

  1. Gostei destas poesias!Gostei do novo perfil do Blog, clima frio, e muito frio. Adoro o inverno ele é tão acalentador!

    Besos

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  2. Permita-me pousar para contemplá-lo.
    Disposto aqui, lhe trago minha admiração.
    Prq de alguma forma me vejo em você.
    É como a Jhana disse: De alguma forma o frui aproxima as pessoas.
    Ate então, voei!

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