Páginas

sábado, 30 de junho de 2012

RODOVIA


Pouco a pouco fui a construir,

Aquilo que achara necessário.

Criei-me com nervos de aço,

O coração que partiu-se,

E o veneno da linda medusa em pedra o transformou



Calunia!!!

Covardia! culpar os outros pelo que fizeste com sigo mesmo

Todos têm seus motivos

O destino com suas trajetórias

Errôneo cada vez mais eu,

A estrada sempre esta lá

Parada!!!

Eu fui a andar

Por toda a rodovia sempre, esta lá, a muralha que construí,

Quando queria não mais sentir a dor do que já sentira um dia,

Sem saber que não poderia destruir-la mais.

Hoje eu sei que me aprisionei não mundo sem ar onde não vivo...

Nenhum comentário:

Postar um comentário