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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

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Ao correr na areia
Rente onde a onda invade a praia
Por sua pela transpirava o odor do esmo meu
Pele salgada, temperada por todo o imenso mar

Por debaixo desse óculo escuro
Vejo seus olhos que brilham a me ver
Onde não se contem e corre em minha direção
Para em minha frente, como sempre o tipo que você faz
Se envergonha, vira a cara, tenta puxar assunto, mas não se contem e me abraça

Nesse momento o sol se apaga
Tombo-te para traz em meus braços e jogo minha mão por traz de seus joelhos
Te pego no colo, e tu, por sobre risos, tira esse chapéu de aba larga e coloca em minha cabeça
Novamente não se agüenta, e finalmente me beija

Nesse momento eu acordo, e vejo que novamente sonhei contigo.

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