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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

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Lá do alto via
Aquele brilho de seu olhar
Onde depara que o sentimento era platônico
Criava em volta dela um esplendor quase que divino
Como se desfazer do sentimento?
Onde não vê o que é real
O que é sonho
Se alimentar de migalhas que por acaso caem espalhando por onde passa
Como uma ferra irracional, não tem distinção
Que não sabe voar
Ergue suas mãos ao alto
E não a toca
Só a vê
Não sabe que ela é humana
Com o amor desse irracional humano, para ela é uma deusa

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