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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

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Em meio ao furacão a musica baixa coadjuvante controla a velocidade
E as vozes gritantes faladas normalmente anteriormente ecoam no vacu da tal estado
Musica que já não importa mais o volume, pois já não é mais escutada
O carro se guia sozinho por entre faróis e encruzilhadas onde já conhece o caminho
A chuva bate no pára-brisa a escorrer as lagrimas que não choramos
E o limpador as limpa, mais não as seção
Aonde se vê toda a dor guardada entre mascaras, ilusões e desatinos
O destino é chegado
A mascara mais uma vez vestida
A dor fica mais uma vez guardada
No retrovisor seus olhar de desprezo por si próprio fica estampado
E os olhos vermelhos sem caráter saem normalmente e entram para casa
Na maior alegria falca cumprimenta quem já esta acordado
Se escondendo no quarto com a almofada sobre os olhos tampando a claridade tenta dormir

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