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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

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Tudo vai se esvaindo na ápice de caos do abismo
Pare o mundo que eu quero descer
Tanto fingimento, tanta amargura
E esses malditos sorrisos falsos de cinco metros e duzentos dentes
Não esta bem, estamos no inferno que criamos
Não consigo dizer "eu te amo", para isso já não sei mentir
A os poucos volto a ter um pouco de caráter
Tudo que eu faço é errado
Palavras jogadas contra em um querer de interpretar errado
Acho que não durmo, lembro de cada pensamento dos instantes deitados
Não fico de pé por não ter mais motivos
Se deus existe deixo aqui novamente um apelo
"Olhai por nos” e acabai com este sofrimento
Ou ao menos deixe eu ver a lua
Testemunha de tantas noites em desespero
Não esconda ela um dia sequer
Isso só aumenta mais o meu padecer
Única coisa que acaba havendo em todo esse contexto são estas letras melancólicas, depressivas
Que não mais tem sentido algum
Não tem finalidade

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