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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

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Por to do lado gritos em silencio
Vozes de desespero ecoam no pasmo vácuo
Gritos com toda voz sem som
Se deteriora a face no espelho
Recordações do que haveria de ser
Premunição do futuro que nunca ocorrerá
Assassino da própria alma
Olhos de vidro trincados
Em meio a névoa o futuro enxergar
Escore o sangue nas mãos de quem matou
Luta incessante outro amor encontrar
O mundo gira parado ao deitar
Falta de quem nunca realmente teve
Recordações saudade encontrar
O volante toma as régias
Caminho escolhido proibido de passar
Pela estrada passara proibido de parar

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