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sábado, 29 de outubro de 2011

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Nem abertos, nem fechados
Os olhos ficam a meia luz
Vermelhos, irritados como se areia tive-se
Fecham-se perante a luz do sol
Estão cansados de ficarem aberto por dias e mais dias seguidos
Os forçam para abrir mais eles continuam ali
Parados, inertes
E de contra partida não se pregão por muito tempo
A mente o faz saltarem novamente a meia luz
Como se tive-se algum sentido ficar acordado
Esperando a resposta aparecer e poder vela pessoalmente
 
Luz isolada iluminando o céu
Não clareia nada
Já que a contra partida é insistente
Passa direto até se findar a esmo
Assim a sombra se faz completa
Ofuscar a luz clara que nada clareia

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