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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

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Esperança
A fênix morta que ressurge das cinzas
Que vem sempre a nos iludir com falcas promessas
A tripudiar sobre o desiludido coração entristecido
Sonho sonhado toda a noite e nunca alcançado
Faz deixar de novos rumos buscar e a vida guiar
A esperança prende mesmo que isso não a queira
E o maldito sol da esperança ressurge infinitas vozes
Sem a expectativa de breu
O sol cega
Ofusca o caminho
Onde andamos?
Para onde vamos?
O que esta ao lado?
Já não podemos mais ver

Deixe acordar do sonho que verdadeiramente é pesadelo só não descoberto
Deixe com outros sonhos sonhar
Mandai-vos suas cinzas ao vento para que no ar e no tempo se desfaçam
A onde não nos encontre
E deixarmos nossa vida fazermos o que por nos visto como direito

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