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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

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No desespero em que me encontro
E tento fugir desesperadamente
Sem revelar para ninguém
Já que de nada adiantaria
São coisas minhas sem motivo
Onde ninguém pode ajudar
 
Sinto a angustia
E vejo-a onde for
Ninguém me entende
E não entendo os outros
Libertem-me
Sem saber que estão me fazendo o bem
 
Tirem-me do mar do desespero onde me afogo
A água salgada das lagrimas que não rolam
Cortem-me as asas pesadas que não voam
A dor é maior e menor do que parece
É simplesmente algo que não sei dizer
 
E não esta concluído
Não termina aqui
Sinto algo a me arrastar
“E Clarice esta sentada no banheiro
Com seu pequeno canivete”
 
E se não entenderem o que lhes - digo
Não procurem entender
Não procurem isso pra vocês
Abandonem-me e deixe-me definhar sozinho
Como a tempo já venho tido
Não é por falta de atenção
É só! Não sei o que...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

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