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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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Em meio a um deserto de concreto
Com animais encurralados dentro de suas cavernas
Criaturas gigantes e furiosas, gritantes, a bufar seu ar preto
A luz da lua compete com as fogueiras acessas
Briga diária do som árduo com o silencio noturno
No frio da madrugada animais passeiam cobertos por couro de ovelhas
Odores não naturais exalam de cada corpo dos bandos às vezes solitários
E a musica juntamente com a dança chamam para o acasalamento
Mais já não é mais para a propagação da espécie

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