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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

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Não sei mais quem eu sou
A mascara que usara perante a sociedade já não sai
Todo dia no espelho me vejo o meu assassino
Que matara meus ideais
Adapta-se a situações
Sabe tudo que eu sei
Mais age fluentemente o oposto do que eu agiria
Tire essa mascara seu eu covarde
Que me enganara
Mostrava o que dizia ser melhor para mim
Até que me trancastes aqui no subconsciente
Tornei-me um ser ainda mais raivoso
Pela janela do olhar pode se ver minha alma
No fundo de seus olhos o antigo olhar de tigre

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