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terça-feira, 6 de setembro de 2011

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Em cada rosto eu via seu olhar demoníaco
Transfigurando sua face a dela em em varias as horas
Não é real, é meu demônio me enlouquecendo
Digo-me a mim mesmo para continuar
O demônio não sossega, sua face continua nela
Sons atormentadores surgem aos poucos
Não é real, é apenas ela
Meu maior medo neste momento não é o ser maligno
É ela tenho certeza! Até onde tenho certesa?
Até onde ele me atormentará?
Não sei mais o que é real
E se eu acabar fazendo algo de mal em meus momentos de tormenta
Meu medo é de mim
Talvez eu chamara o demônio
Talvez eu criaste o demônio
Talvez eu seja o demônio

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