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terça-feira, 6 de setembro de 2011

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Minha mente é meu tormento
Estou tendo visões atormentadoras
A cada porta que abro aparenta ser a porta do inferno
Vejo antecipadamente uma besta a me atacar
Sangue escorrer pela parede
Som de portas que pensara estar fechadas a se mexer
Anteriormente esses delírios ocorriam apenas raramente
Quando estava isolado atormentado pelos meus demônios rotineiros os quais só eles pensava que eram reais
Minha paranóia tem extrapolado ao ponto de achar que pode ser real
Conheci dente ou não, tenho sofrido com dores físicas
Como se castigo ou praga de algo
Não paro de pensar que estou a descobrir algo
A atormentar ambos os lados
Que já não sabem o que querem, e entram em contradição
Posso sentir a presença atormentadora de ambos quase a todo o momento
Eles estão presenciando pessoalmente o que faço
Castigam-me, mais não me detêm
Minha pergunta é o por que não me detêm?
Olho para os lados parecem que estão querendo me dizer algo
Brevemente vejo sombras se desmembrando de algo paralisado
Outras se soltam da parede em uma forma intangível e não definida
Tomam formatos que creio nunca ter visto
Quando elas voltam ao normal
Aparentemente foi tudo fictício
Sei até onde eles quiserem
Viverei até o momento que deixarem
Até me arrastarem para a penitencia quem eles me fizeram dar motivos

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