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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

17

Embriagado na própria insônia
Mais que o próprio álcool
Viaja décadas afil na mente
Até encontrar um pensamento digno a ser escrito
Com o sol a bater a janela em um quarto todo escuro
Encostado na parede, no menor canto encurralado
Com o caderno na mão, tentando de forma arcaica, expressar algo para que não enlouqueça
Enquanto a embriagues não passa, fica a escrever, mais um dia sem dormir

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